Mundo
Guerra no Médio Oriente
Voos cancelados no aeroporto de Riade após ataques que causaram vários mortos
No domingo, um ataque no aeroporto de Riade matou um residente de cidadania paquistanesa. Um dia antes, outro ataque fez 13 vítimas mortais.
O aeroporto de Riade cancelou praticamente todos os voos de domingo e cerca de 60 por cento dos voos desta segunda-feira, depois de ataques dos Houthis durante o fim de semana terem causado mais de uma dezena de vítimas mortais.
No domingo, "o ataque causou a morte de um residente paquistanês - que descanse em paz - e provocou ferimentos noutras 11 pessoas", de acordo com a Autoridade de Aviação Civil da Arábia Saudita. Os feridos "foram imediatamente transportados para o hospital, para receberem os cuidados médicos necessários".
O projétil que atingiu no domingo o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, provocando um incêndio, causou ainda danos materiais que estão a ser avaliados.
No sábado, um outro ataque matou pelo menos 13 pessoas e causou mais de 300 feridos, tendo alguns ficado em estado grave.
Também no domingo, os rebeldes Houthis do Iémen reivindicaram uma série de ataques contra aeroportos na capital da Arábia Saudita, Riade, e em Dammam, assim como a infraestruturas energéticas.
O porta-voz militar dos insurgentes, Yahya Sarea, afirmou num comunicado que a primeira operação teve como alvo o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, que foi atacado em três fases desde a noite de sexta-feira, provocando "a interrupção do tráfego aéreo e o encerramento total" das instalações. Irão oferece-se para "facilitar diálogo"
Na noite de domingo, Teerão ofereceu-se para "facilitar o diálogo" entre a Arábia Saudita e os Houthis do Iémen, pró-Irão, face à escalada da tensão entre os dois lados, e após os ataques contra o aeroporto de Riade.
Esta segunda-feira, a chefe da diplomacia da União Europeia condenou a "intensificação dos ataques dos Houthis" contra o aeroporto de Riade, enviando condolências às famílias das vítimas.
Kaja Kallas afirmou ainda que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita lhe pediu o reforço da presença naval europeia no Mar Vermelho, perante os ataques dos Houthis.
"Temos a operação Aspides e o apelo deles foi que reforçássemos esta operação, para que possa trabalhar em estreita coordenação com a força internacional de modo a manter aberto o estreito de Bab el-Mandeb e garantir a saída dos navios mercantes do Mar Vermelho", afirmou.
c/ agências
No domingo, "o ataque causou a morte de um residente paquistanês - que descanse em paz - e provocou ferimentos noutras 11 pessoas", de acordo com a Autoridade de Aviação Civil da Arábia Saudita. Os feridos "foram imediatamente transportados para o hospital, para receberem os cuidados médicos necessários".
O projétil que atingiu no domingo o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, provocando um incêndio, causou ainda danos materiais que estão a ser avaliados.
No sábado, um outro ataque matou pelo menos 13 pessoas e causou mais de 300 feridos, tendo alguns ficado em estado grave.
Também no domingo, os rebeldes Houthis do Iémen reivindicaram uma série de ataques contra aeroportos na capital da Arábia Saudita, Riade, e em Dammam, assim como a infraestruturas energéticas.
O porta-voz militar dos insurgentes, Yahya Sarea, afirmou num comunicado que a primeira operação teve como alvo o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade, que foi atacado em três fases desde a noite de sexta-feira, provocando "a interrupção do tráfego aéreo e o encerramento total" das instalações. Irão oferece-se para "facilitar diálogo"
Na noite de domingo, Teerão ofereceu-se para "facilitar o diálogo" entre a Arábia Saudita e os Houthis do Iémen, pró-Irão, face à escalada da tensão entre os dois lados, e após os ataques contra o aeroporto de Riade.
"O Irão está preparado para oferecer toda a ajuda necessária para facilitar o diálogo entre a Arábia Saudita e [os Houthis do] Iémen", afirmou Abbas Araghchi, que manifestou preocupação com a tensão crescente.
Advertiu ainda que "insistir numa abordagem militar, ignorando as soluções políticas, complicaria ainda mais a situação".
UE condena ataquesEsta segunda-feira, a chefe da diplomacia da União Europeia condenou a "intensificação dos ataques dos Houthis" contra o aeroporto de Riade, enviando condolências às famílias das vítimas.
Kaja Kallas afirmou ainda que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita lhe pediu o reforço da presença naval europeia no Mar Vermelho, perante os ataques dos Houthis.
"Temos a operação Aspides e o apelo deles foi que reforçássemos esta operação, para que possa trabalhar em estreita coordenação com a força internacional de modo a manter aberto o estreito de Bab el-Mandeb e garantir a saída dos navios mercantes do Mar Vermelho", afirmou.
c/ agências